O Darwinismo aplicado ao Pokéverso – Os Elos Perdidos da Evolução Pokémon

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Por mais que muitos ainda vejam os desenhos como algo meramente infantil, é sempre bom se livrar de preconceitos e tentar ver um pouco além. Não é de hoje que as animações, além de fazerem parte de nossas vidas, nos ensinam muitas coisas, como é o caso dos desenhos que serviram para despertar o interesse nas crianças em música clássica, por exemplo.

Das coisas que se podem serem aprendidas com os desenhos, chamo a atenção para a Teoria da Evolução, um dos principais preceitos de Charles Darwin, que diz, de forma MUITO resumida, que a população de organismos mudem ao longo do tempo, se adaptando ao meio ao que qual ela está inserida. E um bom desenho para se observar isso é Pokémon, por incrível que pareça.

Tanto no jogo, quanto na versão de TV, a evolução está presente. Lá, quando o pokémon adquire uma certa quantidade de experiência, ele evolui para uma versão mais forte e melhorada de si mesmo. Fora as questões adaptativas de regiões para regiões do universo, como é o caso de Alola, onde alguns ganharam novas formas e tipos.

Apesar de todo esse processo, ele ainda apresenta alguns buracos. Por mais que alguns exemplos sigam o rumo natural da vida, como Caterpie, uma larva que vira Metapod, um casulo, que vira uma borboleta, a Butterfree, outros não são assim. Quer algo mais estranho que o Exeggcute, um conjunto de seis ovos que evolui para o Exeggutor, que é um coqueiro?!

Exemplo de uma evolução real no mundo de Pokémon

Exemplo de uma evolução real no mundo de Pokémon

A impressão é que, em muitos casos da evolução pokémon, algo fica faltando entre uma versão e outra do monstrinho. Uma lacuna fica ali. Será que não deveria existir um elo entre elas? Pelo menos foi isso que um artista de uma página do Facebook, a In-Progress Pokémon, pensou. Em suas ilustrações, ele pegou algumas evoluções que partiam da versão A para a B, sem passar por um estágio intermediário. E foi ali que ele criou.

Com seus desenhos, ele tornou mais crível a evolução das espécias ali presentes, que trabalhar apenas com a “mágica” que é mostrada no desenho e nos jogos, quando uma luz envolve o monstrinho e ele simplesmente cresce e aparece em uma nova forma.

O resultado é inteligentíssimo e elucida muitas coisas. Vale a pena ver a galeria. Os nomes são dos iniciais de suas linhagens.


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