Quatro vidas de um cachorro: um filme para quem é “aupaixonado” por cães

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Oi galera!

Primeiramente gostaria de deixar claro que nós, grupo Junta 7, repudiamos qualquer ato de maus tratos aos animais, e essa publicação não entrará em detalhes sobre os acontecimentos nos estúdios da Universal.

Hoje farei as comparações entre o livro de W. Bruce Cameron e o filme dirigido por Lasse Hallström, que é de tirar o fôlego de qualquer pessoa apaixonada por cachorro. O filme segue a história do livro, porém sofreu algumas adaptações que foram desnecessárias, felizmente, não perdeu sua essência.

Logo na primeira cena vemos o nosso querido cachorro “Bailey, Bailey, Bailey” como Tobby, porém essa vida foi muito mal contada, e não havia a necessidade de colocar no filme. O enfoque principal se encontra na 2ª vida, assim como no livro, na qual o menino Ethan conhece seu melhor amigo Bailey, porém essa vida também poderia ter sido melhor explorada nas aventuras do menino e do seu fiel amigo. Além disso, os produtores do filme deram muita ênfase ao pai alcoólatra do garoto, enquanto que no livro essa foi uma informação implícita, porém não faz muita diferença para quem não fez a leitura.

Também vemos que o “vilão” principal no filme pouco aparece, e nesse ponto os produtores pecaram, porque deveriam ter explorado mais a rivalidade de Ethan com seu “colega” da vizinhança. Enfim, eles conseguiram demonstrar nessa vida, claramente, o amor e companheirismo do menino e do cachorro.

Seguindo o filme o maior estrago e decepção para quem leu o livro foi a 3ª vida de Bailey, já que foi repartida em duas perdendo o enredo do livro. Agora o cachorro torna-se uma cadela policial chamada Ellie, que ajuda no resgate das pessoas e tem um dono muito triste.

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Então temos uma 4ª vida com Maya, que também é personagem do livro, mas totalmente diferente no filme. No livro a personagem aparece na 3ª vida quando Bailey ainda é uma cadela policial, porque seu dono é baleado após um resgate. Maya é uma pessoa “gordinha” e solitária, quando Ellie chega sua vida vira de ponta cabeça. Enquanto no filme, a personagem é uma estudante solitária, e viciada em comida, mas não “gordinha”. Os traços das personagens são os mesmos, mas se o filme tivesse seguido a mesma trajetória do livro seria emocionante, ou seja, não havia necessidade de repartir essa 3ª vida em duas partes.

Enfim, temos uma 5ª vida no filme que não entrarei em detalhes, porque vocês terão que assistir, porém garanto que é parecidíssimo com o livro. Tanto o filme como o livro deixa os amantes de cachorro encantados e emocionados. O filme é mágico e consegue passar exatamente a proposta do livro, além disso, desde “Marley e Eu” não havia assistido um filme de cachorro que fizesse mais da metade da sala de cinema chorar.

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Na verdade, estava com medo que o filme não ficasse tão bom quanto o livro, porém ele conseguiu superar as expectativas, pois é bem humorado e emocionante. O elenco é composto por Dennis Quaid, Britt Robertson e muito mais. Vale a pena assistir com a família e se “aupaixonar” pelo incrível mundo dos cães.

Beijos de luz.


Este post só foi possível com a ajuda de Marilene Melo e muitas outras pessoas que acreditam no Junta 7 e tornaram-se nossos padrinhos Jotinhas. Colabore você também clicando aqui.

 

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