Seguindo linha história, Call of Dutty chega até a Segunda Guerra Mundial

Navegar por...

Entre 1939 e 1945, o mundo se viu envolto em seu maior conflito armado: a Segunda Guerra Mundial. De um lado, o Eixo era encabeçado pela Alemanha nazista, comandada pelo pulso firme do Kaiser Adolf Hitler e sua política expansionista. No suporte, estavam a Itália fascista do Duce Benito Mossolini e o Japão imperial de Hiroito.

Do outro lado, tínhamos os Aliados, que eram encabeçados por França, além da Inglaterra de Winston Churchill e da União Soviética, comandada por Josef Stalin. Mais tarde, o bloco ganhou o reforço dos Estados Unidos, que entraram da batalha após a base naval de Pearl Harbor ser atacada por japoneses.

Apesar de toda a destruição causada na batalha, que tem a estimativa de que mais de 47 milhões de pessoas morreram em função da guerra, a Segunda Guerra Mundial acabou se tornando icônica. Mesmo muitos anos após o seu término, ela ainda tem histórias a serem contadas. Não por menos ela é a guerra que mais ganhou obras de ficção, em diversas instâncias áudio-visuais.

Se falarmos de cinema, rapidamente podemos citar, de O Resgate do Soldado Ryan (1998) até O Último Homem (2017). No mundo da séries podemos lembrar de Band of Brothers, de 2001. Isso sem contar livros e games. E a Segunda Guerra Mundial ganha mais um capítulo, desta vez contada pelo olhar da Sledghammer Games, responsável por produzir Call of Dutty – World War II.

WWII_BETA_Meta_16x9_V2

O jogo publicado pela Activision focará nas ações de um esquadrão que atuou entre 1944 e 1945, últimos anos da Segunda Guerra. Eles fazem parte de um batalhão que está combatendo ao lado dos Aliados.

No modo campanha, um dos três do jogo, primeiramente, o game focará na figura de dois combatentes da infantaria americana. O primeiro, e protagonista do jogo, é o Soldado Ronald “Red” Daniels, um jovem texano de 19 anos. Ele viverá a sua primeira batalha no Dia D, que consiste na tomada da Praia da Normandia, na França, em 6 de junho de 1944, durante a Operação Netuno. Essa batalha ficou marcada pelo inicio da reação dos Aliados e deu início a libertação da Europa da ocupação nazista.

Já o segundo é o Soldado de Primeira Classe Robert Zussman. O pelotão fica pelo  comandado do Sargento Técnico William Pierson e o 1º Tenente Joseph Turner.

No desenrolar do jogo, outros personagens jogáveis serão desbloqueados. Será possível atuar com Rousseau, uma francesa líder Maquis da Resistência do país e Major Edgar Crowley, oficial britânico da Executiva de Operações Especiais.

No modo campanha, o jogador poderá atuar em batalhas que ocorrerem em diversos países. Será possível atuar nas ocupadas França, Bélgica, e através do rio Reno até a Alemanha, com o intuito de suprimir as ações do exercito nazista.

Batalhas marcantes da guerra serão recriadas, como como a Floresta de Hürtgen, a batalha mais longa travada em solo alemão durante a guerra toda e também a batalha mais longa já lutada pelo Exército norte-americano, e a Batalha das Ardenas, grande contraofensiva alemã na Bélgica.

A grande novidade deste modo fica por conta de não ter um sistema de regeneração de vida na campanha. Para que o personagem volte para a batalha, ele terá que contar com o apoio de seus companheiros do esquadrão médicos, que poderão oferecer pacotes de vida ao jogador. Da mesma maneira, colegas de pelotão poderão oferecer munição aos jogadores, tudo com o intuito de aumentar a realidade do jogo.

DLZR6JnXoAIZ_VD

O modo multiplayer, o primeiro a ser conhecido pelo jogador, impressiona. A sua versão beta aberta foi lançada no último dia 29 de setembro. Por todo o Youtube é possível ter acesso a vídeos de gameplay.

Ela impressiona pela fidelização do cenário. Em cenas de assalto, você e seu batalhão lutam contra os adversário, o que acabou se tornando carro chefe de jogos deste estilo. A movimentação do personagem é realista, e os cenários nem se comenta.

Além disso, aqui você consegue perceber como o jogo foi fiel a guerra. E é interessante observar que Call of Duty, com sua versão WWII, pretende voltar às origens. Depois de cenários futuristas, é bom vera franquia indo com o pé no chão, como disse Swan Soucy, líder de designer do modo multiplayer de WWII.

Em entrevista ao site IGN, Soucy disse que “Tem sido uma grande oportunidade retornar para as raízes de Call of Duty e para o cenário da Segunda Guerra Mundial. É um contexto que nos permite contar várias narrativas significativas baseadas em fatos reais“.

22154690_10213506525555787_4005440575124528349_n

O último modo disponível de Cod WWII será o de Nazi Zombies. De forma cooperativa, o jogador terá que derrotar hordas de zumbis que tentem atacar. Segundo a história do jogo, os mortos-vivos são frutos de uma tentativa desesperada do Terceiro Reich vencer a Guerra, já em seus momentos finais. Nesta disputa, o jogador poderá explorar esgotos, laboratórias e tumbas atrás dos inimigos

E a inclusão desse modo tornou-se uma “assinatura” da Sledgehammer, que tem, em seu catálogo, jogos conhecidos de terror, como Dead Space. Em entrevista ao PlayStation Blog, Jon Horsley, que lidera o desenvolvimento do modo zumbi, disse que a história é “focada no passado de jogos de horror do estúdio, então foi muito divertido criar essa experiência. Nosso objetivo é fazer o modo zumbi mais assustador já criado

Um dos grandes destaques da E3 deste ano, os jogadores terão que esperar um pouco para por as mãos no game. A previsão de lançamento de Call of Duty – World War II é apenas para 3 de novembro.

Se a opinião deste que o escreve vale de algo, tente jogar este game em sua versão PC. A jogabilidade se mostra mais centrada nesta plataforma. A precisão de um tiro de mouse é bem maior que a de um controle.

Call of Duty – World War II estará disponível para PC, PlayStation 4 e Xbox One.

Comentários

comentário(s)