SÍNDROME DA BELA ADORMECIDA

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Oi oi, galera! Como vocês estão? 😀

Hoje eu venho falar sobre um assunto que me chamou atenção durante esta semana. Estava eu, visitando alguns sites, e me deparei com o seguinte link: “Menina dorme 59 dias!”. No mesmo instante fiquei pasma, pois mesmo eu tendo tanto sono (o que é verdade!) eu não conseguiria dormir, praticamente, dois meses. Cliquei. Foi então que veio à tona a Síndrome da Bela Adormecida, assim denominada popularmente, mas na realidade chama-se de Síndrome de Kleine-Levin (SKL).

Penso eu, que quando uma pessoa ouve falar da “Síndrome da Bela Adormecida”, deve-se tirar a conclusão que seja preguiça, ou simplesmente frescura. Mas, não. Não é uma brincadeira, e sim algo com que a sociedade deveria dar um pouco mais de atenção, apesar dos casos ocorrerem em cada 1.000 pessoas, entre todo o resto do mundo. 

A doença é rara, e seu diagnóstico é muito difícil, e dado quando são realmente descartadas outras hipóteses. Em resposta à ISTOÉ Tom Rico, que é o  coordenador do Centro de Narcolepsia da Universidade de Stanford (EUA) e um dos porta-vozes da Fundação Kleine-Levin, que ajuda portadores da síndrome em todo o mundo, disse: “Não há um teste específico e o único dado que podemos assegurar é que a condição não é muito comum”.

A doença costuma surgir entre o meio e o fim da adolescência, apresentando três sintomas:

  • Hiperfagia (compulsão por comida);
  • Hipersexualidade;
  • Hipersônia (sono excessivo).

Além desses três sintomas, os doentes podem ter crises de agressividade, além disso, esses sintomas não estão presentes em todos os casos, isso é relativo. Houve casos relatados que a pessoa possuía a Síndrome de Kleine-Levin, mas foi diagnosticada com esquizofrenia. Assim, especialistas chegaram à conclusão que, é mais comum as pessoas procurarem ajuda quando a hipersônia é diagnosticada. 

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Atualmente, a ciência tenta explicar com estudos mais complexos, o motivo real do desenvolvimento da enfermidade. Um estudo realizado na Universidade de Kumamoto (Japão), aponta para causas genéticas. 

Li relatos de pessoas com essa síndrome, que passaram datas comemorativas como o próprio aniversário, ou o natal, simplesmente, dormindo. E por mais que todos os estudantes do mundo (generalizando), digam que não há coisa melhor que dormir, é nesta hora, lendo esse texto que pode haver a possibilidade de mudar de ideia. Tecnicamente, as pessoas perdem fases da vida, apenas dormindo. Repensem.

Ao meu ver, é importante falar sobre assuntos como este, do jeito que as coisas acontecem rápido hoje em dia, é fundamental estar informado sobre coisas incomuns como esta.

 Bom gente, espero que tenham gostado dessa informação, e se você anda dormindo demais, cuidado! (Brincadeirinha hahaha :D)

Até a próxima quinta.

 

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