Super Mário Run e a jogabilidade de um toque

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Depois de muito tempo de espera no mundo dos Androids, finalmente tive a oportunidade de jogar o mais recente título da Nintendo para Mobile. Super Mario Run havia sido lançado originalmente para iOS, por isso a demora para desfrutar do game do encanador preferido da galera.

Por se tratar de um jogo mobile, ele apresenta diferenças dos tradicionais jogos da Big N. Enquanto nos consoles é possível ter total controle da movimentação do personagem, no celular a ciosa é bem diferente. Nada de ir para trás ou se abaixar para passar obstáculos. Aqui, o lance é: siga em frente.

Super Mário Run dispõe dos artifícios para que o jogador realize todas as ações com apenas um toque. O bonequinho corre apenas para frente, o único trabalho que o jogador tem é pular, ação realizada com um toque na tela.

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Pode parecer algo monótono, mas é aqui que entra o feeling do jogador. Por não ter controle total sobre as ações do boneco, cabe ao jogador buscar a perfeição em seus saltos, já que praticamente tudo depende deles.

Nas fases, a história é a que já aprendemos a amor e respeitar há mais de 30 anos. Bowser aparece e sequestra a Princesa Peach, cabendo à Mário o serviço de resgate. Para isso, ele precisa passar por diversos mundos para chegar ao duelo final entre herói e vilão.

Como você “só precisa saltar” nesse jogo, foi introduzido uma nova funcionalidade ao game. Enquanto antigamente, se você encostasse em inimigos, como Goombas e Koopas, você morria, aqui você apenas salta sobre eles.

Claro que, tudo é mutável. Do mesmo jeito que você pode optar por passar por cima dos inimigos, você também pode transformá-los em amassados, já que também é possível pular sobre eles. Aqui entra a parte da jogabilidade onde os saltos precisos são necessários.

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Apesar de divertido, o game parece não ter atingido as expectativas da Nintendo. O modelo freemium (onde o jogo é gratuito, mas se paga para desbloquear itens) não arrecadou o esperado entre os jogadores.

A estratégia, contudo, pode ter dado certo se a franquia está pensando no amanhã. De acordo com o IGN Portugal, a ideia da Big N é lançar de dois a três títulos por ano para mobile.

Se o jogo não foi sucesso de renda, ele foi no marketing. Ao lançar um mobile, a Nintendo conseguiu recolocar o seu principal título na mão das pessoas mais uma vez. Isso, ao certo, trará novos jogadores para as outras plataformas da empresa.

Em tempos onde o Nintendo Switch buscar firmação, ter seu nome na mente das pessoas pode ser um pulo certo.

Super Mário Run está disponível para iOS e Android


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