The Cloverfield Paradox| Surpresas não tão boas assim

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The Cloverfield Paradox chegou trazendo surpresa, pelo menos em seu anúncio. O filme não recebeu publicidade alguma antes de ganhar um trailer no último domingo, revelado durante o Super Bowl LII. Também revelado que o filme também chegaria logo após o jogo no serviço de streaming da Netflix, a qual eu suspeito que esteja dominando o mundo.

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Brincadeiras a parte, o terceiro filme da franquia Cloverfield, apesar de ter surpreendido com a forma que foi introduzido e executada sua estratégia de marketing, nada mais é que assistível.

O filme é uma prequel, que acontece em um universo paralelo ao que acontecem os eventos do Rua Cloverfield, 10. A história segue Hamilton (Gugu Mbatha-Raw) como personagem principal, que é quem entrega a atuação mais satisfatória do filme. Vou falar disso lá na frente. Hamilton tem que  se juntar ao experimento que pode salvar todos de uma crise energética iminente, sendo essencial na equipe.

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Daí vamos aos experimentos com a nova fonte de energia ilimitada, o qual joga a estação espacial para um universo paralelo onde eles enfrentam os mesmo problemas com energia, mas ainda não conseguiram completar o experimento e sua nave foi destruída na tentativa.

As atuações, de um modo geral são boas, como tinha falado antes, com destaques para Hamilton, e Schneider (Daniel Brühl), integrante alemão da equipe. Já outras atuações como a de Monk (John Ortiz) e Mina Jensen (Elizabeth Debicki) são totalmente esquecíveis e fracas.

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A direção do filme é boa efeitos especiais são muito bons e agradam. O roteiro é o pior erro do filme, porque ele já entrega de início a trama, sua e de outros filmes, e conta com vários furos e mistérios fáceis, além de clichês e algumas piadocas bem idiotas. Não tiro todo o mérito também, pois ele consegue entregar alguns momentos até bem interessantes.

O paradoxo do novo filme da franquia, é fraco, e sequer existe além da questão da transferência de universos e alteração de partículas, mas não torna o filme horrível e faz com que ele se torne um filme para passar o tempo, somente.

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The Cloverfield Paradox já está disponível na Netflix. O filme tem produção de J.J Abrams e a direção de Julius Onah.


Este post só foi possível com a ajuda de André Cabrero. Ele e muitas outras pessoas que acreditam no Junta 7 e tornaram-se nossos padrinhos Jotinhas. Colabore você também clicando aqui

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