Unboxing – Bíblia do Palmeirense

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Sem título

Lá em 2008, quando eu estava no segundo colegial, nosso professor de biologia deu um toque para a turma toda. Ele nos disse para começarmos a ler mais, já que o vestibular se aproximava. E que éramos para ler qualquer coisa, sem ser necessariamente os livros boring de literatura.

E com essa ideia na cabeça foi quando eu comecei a ler diversos livros sobre futebol, desde histórias gerais até biografias de atletas e jornalistas. E como era meio óbvio, as leituras sobre a história do Palmeiras começaram a surgirem na minha vida. E não pararam mais.

Desde aquele ano, comprei e li cerca de 20 títulos sobre a história do alviverde imponente e, graças a isso, posso dizer com orgulho que conheço a história desse time como a palma de minha mão. E foi muito bom. E ainda tive a oportunidade de conhecer alguns autores, o que deixou tudo mais interessante.

Como no ano passado completamos nossos 100 anos, diversos títulos foram lançados e eu confesso que acabei ficando para trás, já que ainda não consegui comprar tudo o que foi lançado, afinal de contas: money que é good nois num have…

E como faz pouco tempo que foi meu aniversário, ganhei uma grana e resolvi comprar mais um para a coleção. E que aquisição. A Bíblia do Palmeirense, com o texto do Jota Christianini, que já escreveu outras obras relacionadas ao Palmeiras é, sem sombra de dúvidas, umas das que mais me encheu os olhos.

O legal dessa obra é tudo o que ela trás dentro de si, além do livro que, conta a história do Verdão. E como eu não encontrei nenhum unboxing dessa maravilha, resolvi fazer o meu em forma de texto. Vamos conferir o que vem? Spoiler: você vai querer ter um desse quando o texto acabar 😀

Ingresso da final do Campeonato Paulista de 1993 com autógrafo do Evair

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Para qualquer torcedor do palmeiras, esse dia é inesquecível. Aquele 12 de junho, que ficou conhecido como o “Dia da Paixão Palmeirense”, está na memória até de quem não viveu o jogo.

O time vinha de 16 anos sem um título sequer. Após uma parceria com a italiana Parmalat, o Palmeiras montou um esquadrão e quis o destino que o Corinthians estivesse naquela final. Após um empate em 1 x 1 no jogo de ida, onde o atacante Viola, do alvinegro, gerou a ira dos palmeirenses após imitar um porco quando empatou o jogo. Mal sabia o erro que ele havia acabado de cometer.

O técnico Vanderlei Luxemburgo uso aquilo a nosso favor e o Verdão entrou comendo a grama no segundo jogo. No tempo normal, 3 x 0 para o Palmeiras, com gols de Zinho, Evair e Edilson. Na prorrogação, Evair, de pênalti, fez o quarto e tirou o Palmeiras da fila.

Ingresso da final do Campeonato Brasileiro de 1994

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Tem coisa melhor que ganhar um título estadual sobre o maior rival? Ô se tem… Que tal um título nacional? Pois foi o que aconteceu. Depois da final do Paulista de 1993, os deuses do futebol colocaram Palmeiras e Corinthians frente a frente em mais uma oportunidade. Desta vez, os dois decidiram o Brasileirão de 1994

O primeiro jogo ganhamos com os pés nas costas, por 3 x 1, onde Rivaldo por duas vezes e Edmundo sacramentaram o placar, no dia 15/12. Três dias depois, no dia 18, data do ingresso, um empate em 1 x 1, com gol de Rivaldo, foi o suficiente para nos dar mais um caneco.

Ingresso do Campeonato Paulista de 1974

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Se tem uma equipe que não sai da cabeça do palmeirense é a Segunda Academia, formada por Leão, Eurico, Luís Pereira, Alfredo e Zeca; Dudu e Ademir da Guia; Edu, Leivinha, César e Nei. E esse time entrou pela história pela beleza com que jogava, colocando o Palmeiras como um dos melhores times do Brasil. E aquela final em 74 foi histórica e, pra variar, em cima do Corinthians.

O Corinthians estava há 20 anos sem ganhar um Paulistão e era o favorito diante do Palmeiras. Não a toa colocou mais de 120 mil espectadores no Morumbi para sair da fila. Eles só se esqueceram de avisar o atacante Ronaldo.

Como relata o site do Palmeiras sobre o jogo: “O zagueiro Luís Pereira, com sua habilidade peculiar, simplesmente anulou o talentoso Rivellino. Aos 24 minutos do segundo tempo, inclusive, o ‘Chevrolet’ desarmou o meia rival na intermediária e lançou para Jair Gonçalves (após o lance, o atleta palmeirense consolou o adversário e protagonizou uma imagem emblemática do dérbi). O volante cruzou na área e achou Leivinha, imbatível na bola área. O atacante ajeitou para Ronaldo, que, de pé direito, venceu o goleiro Buttice, emudeceu o Morumbi e deflagrou a festa palestrina“.

Ao fim da partida, o torcedor do alviverde canta a plenos pulmões: “Zum, zum, zum, é 21!”, fazendo referência aos agora 21 anos sem títulos do Corinthians. O jejum durou até o famigerado Paulistão de 1977.

Card da Copa Rio de 1951

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A Copa Rio de 1951 foi considerado pela imprensa da época como o primeiro Mundial de Clubes, para o ódio do haters. Após o Brasil perder a Copa de 1950 para o Uruguai, no Maracanã, o torneio foi criado para resgatar o orgulho do brasileiro. E o Palmeiras conseguiu isso.

Ao lado do Vasco, ambos os times foram selecionados por terem sido campeões em seus respectivos estados. Desde o começo da competição, o Palmeiras não teve vida fácil. Na primeira fase enfrentou o Nice-FRA, a Juventus-ITA e o Estrela Vermelha, da antiga Iugoslávia. Desse grupo passamos em segundo, com duas vitórias e uma derrota.

Após o cruzamento de chaves, passamos pelo Vasco com um 2 x 1 e um 0 x 0. E isso foi o suficiente para nos levar até a final, contra a Juventus, que havia passado Áustria Viena.

Os italianos eram favoritos e já haviam nos goleado por 4 x 0 na primeira fase. mas como quem vive de passado é museu, a história não se repetiu. No primeiro jogo, em São Paulo, o time formado por Fábio; Salvador, Juvenal; Túlio, Luís Villa, Dema; Lima, Ponce de León (Canhotinho), Liminha, Jair da Rosa Pinto e Rodrigues; venceu a Vecchia Signora por 1 x 0.

A volta aconteceu no Rio de Janeiro, diante de mais de 100 mil pessoas. Precisando da viória, a Juve veio para cima e abriu o placar com Praest, cabendo a Rodrigues empatar. O segundo gol deles foi feito por Boniperti, mas Liminha empatou a partida em 2 x 2 e o título ficou com o Verdão, o que fez com que a torcida brasileira levasse o alviverde nos braços

Card autografado da despedida do goleiro Marcos, o São marcos de Palestra Itália

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Até mesmo quem não torce para o Palmeiras sabe da importância que esse cara tem para todos nós. Menino de Oriente, interior de São Paulo, Marcos Roberto Silveira Reis chegou ao Palestra Itália vindo da Lençoense, em 1992. Reza a lenda que o nosso eterno camisa 12 veio do time do interior trocado por material esportivo e 12 pares de chuteiras. Um belo investimento, hein…

Com 532 jogos com a camisa do Palmeiras, Marcos foi o segundo goleiro que mais jogou pelo Verdão, perdendo apenas para Emerson Leão, que disputou 618 jogos. Ele também é o sétimo de nossa história entre todos os atletas.

O goleiro que foi alçado a posição de Santo, conseguiu tal alcunha pela grande habilidade nas disputas de pênaltis, sendo o goleiro que mais pegou cobranças na história da Libertadores. Fora suas defesas milagrosas, que enchiam de esperanças o torcedor alviverde.

Após ser pentacampeão do mundo com o Brasil, Marcos viu o Palmeiras ser rebaixado para a segunda divisão. Junto a isso, uma proposta do Arsenal-ING chegou para tirar o goleiro do Palestra Itália. Qualquer outro jogador teria aceitado jogar em Wenbley do que jogar em Caruaru. Mas Marcos fez diferente.

Ele chegou a ir a Inglaterra, porém não aceitou a oferta dos Gunners e acabou dando a seguinde declaração tempos depois: “Deixei de ser apenas um jogador de futebol quando recusei uma proposta de R$ 45 milhões para jogar no Arsenal, da Inglaterra, e preferi disputar a Série B do Brasileiro pelo Palmeiras.”

Ah, esse cara… <3

A Bíblia do Palmeirense

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Para quem quer saber da história do Palmeiras, esse livro irá ajudar. Além de todas as passagens do clube, ele traz estatísticas e jogos históricos. Não vou falar muito para não estragar a leitura.

Foto panorâmica do último jogo do velho Palestra Itália

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Que saudades do velho Palestra…

Essa belíssima foto foi tirada pelo fotógrafo do time, Cesar Greco, após o término do jogo onde vencemos o Grêmio por 4 x 2, pelo Brasileirão de 2009. Essa foi a última partida oficial do estádio que estava aí desde 1920.

Após esse jogo, o Palmeiras ainda foi derrotado pelo Boca Juniors, em um amistoso de despedida. Depois disso, rodamos por diversos estádio: Arena Barueri, Noveli Júnior (Itá/SP), Fonte Luminosa (Araraquara), Canindé, Benedito Teixeira (São José do Rio Preto). Fora o Pacaembú, onde atuamos a maior parte do tempo.

A espera só findou-se no final do ano passado, quando o Allianz Parque foi reaberto. O primeiro jogo oficial? Deixa pra lá…

Revista Placar comentando sobre o então Bicampeonato Brasileiro, vencido em 1973.

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Essa edição da Reivsta Placar, a mais antiga sobre futebol no Brasil, foi lançada no começo de 1974. Dentro da edição, é possível ver o material especial que foi desenvolvido para exaltar o título de campeão brasileiro que o Palmeiras conquistou pela segunda vez um ano antes, em 1973.

Após uma primeira fase que tinha 40 times divididos em quatro grupos, o Verdão classificou-se como primeiro colocado no quadro geral, seguidos por outros dezenove classificados. Na segunda fase, dois grupos de 10. No grupo 1, passamos em primeiro, na frente do Internacional, que ficou com a segunda vaga. No grupo dois, passaram São Paulo e Cruzeiro.

No quadrangular final, o Palmeiras saiu invicto, com vitórias diante do Cruzeiro e do Inter e de um empate diante do São Paulo. Somando 5 pontos em seis possíveis (sim, cada vitória ainda valia 2 pontos), o Palmeiras ganhou mais um campeonato para sua vasta sala de troféus.

Contratos de Waldemar Fiúme e Imparato, o Trem Blindado

O contrato de dois dos grandes jogadores da história do Palmeiras estão nesse kit.

O polivalente Waldemar Fiúme foi um dos maiores defensores de nossa história, onde ele atuou em 601 jogos, entre 1941 e 1958., sendo o Palmeiras o único clube que ele defendeu em sua carreira. Por conta disso, ele é, ao lado de Junqueira, Ademir da Guia e Oberdan Cattani, um dos jogadores que possuem um busto em sua homenagem pelas alamedas do Palestra Itália.

Já o atacante Luis Imparato, conhecido como Trem Blindado, por conta de sua força física atual por nosso escrete ainda na época de Palestra Itália, entre 1930 e 1939. Luis foi o terceiro dos Imparatos a vestirem nossas cores. Antes dele, seus irmãos Gaetano e Ernesto também jogaram por aqui.

A grande passagem de Imparato pelo Palmeiras foi em 1933, quando goleamos o Corinthians por 8 x 0, sendo ele o responsável por três dos gols. O personagem foi interpretado no cinema por Renato Consorte, no filme O Casamento de Romeu e Julieta.

Jornais Clássicos

Vamos por partes:

1 – Essa é a capa do jornal “A Gazeta Esportiva”, o principal da época, exaltando a conquista da Taça Rio de 1951, que já teve sua história contada nessa postagem

2 – Mais uma capa d’A Gazeta Esportiva, desta vez exaltando o time que venceu as Cinco Coroas, que é a representação dos cinco títulos vencidos entre 1950 e 1951. Entre as conquistas estão: duas Taças Cidade de São Paulo, um Paulistão,  um Rio São Paulo e a Taça Rio. Todos os títulos ganhados de forma consecutiva.

3 – Propaganda da “Balas Futebol”, tendo o goleiro Oberdan Cattani como garoto propaganda. Conhecido por ser o arqueiro das mãos gigantes, Oberdan defendeu o palmeiras entre 1940 e 1954, onde ganhou diversos títulos, sendo o do Paulista de 1942 um dos mais importantes. Esse título será dissertado mais abaixo.

Mesmo tendo jogado no final de sua carreira pelo Juventus da Mooca, Oberdan foi considerado como um “ponto fora da curva” e também ganhou um busto nas alamedas do Palestra. Pena que ele não chegou a ver, pois faleceu meses antes da inauguração.

4 – Essa página faz referência ao título conquistado no torneio Ramón de Carranza, vencido em 1975 diante do Real Madrid de Paul Breitner e Günter Netzer. Esse foi o terceiro Ramón de Carranza ganho pelo Palmeiras. Um ano antes derrotamos o Atlético de Madrid e, em 1969, também derrotamos o Real.

5 – Capa do diário esportivo Lance! do dia seguinte a conquista do bicampeonato da Copa do Brasil, em 2012. Depois de parra por Coururipe/AL, Horizonte/CE, Paraná, Atlético Paranaense e Grêmio, o Palmeiras venceu a final contra o Coritiba. No jogo de ida, 2 x 0 com gols de Valdívia e Thiago Heleno. Na volta, o empate em 1 x 1, com gol de Betinho, foi o suficiente para levantar a taça. De nada adiantou, já que fomos rebaixamos no fim do mesmo ano.

6 – Ilustração do time de 1965, quando o Palmeiras foi o escolhido para representar o Brasil na inauguração do Mineirão, em Belo Horizonte. O time inteiro foi convocado, do técnico ao massagista, do goleiro ao ponta-esquerda, inclusive os reservas. E fizemos bonito.

O time que foi a campo foi: Valdir de Moraes (Picasso); Djalma Santos, Djalma Dias, Valdemar (Procópio) e Ferrari; Dudu (Zequinha) e Ademir da Guia; Julinho (Germano), Servílio, Tupãzinho (Ademar Pantera) e Rinaldo (Dario). Ganhamos por 3 x 0 com gols de Rinaldo, aos 27, e Tupãzinho, aos 35 minutos do primeiro tempo. Germano, aos 29 da etapa final.

Flâmula de 1965

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Revista Palmeiras – Edição história dos 50 anos da Arrancada Heróica

capa

Apesar de trazer um pouco sobre diversas coisas relacionadas ao clube, o destaque dessa publicação de 1992 são os 50 anos do episódio que ficou conhecido como Arrancada Heróica.

Se você, Jotinha querido, foi para as aulas de histórias sabe que, durante a Segunda Guerra Mundial, o brasil ficou do lado dos Aliados, junto dos EUA, França, Inglaterra e União Soviética. Certo? Certo!

Em 1942, o então presidente do brasil, o gaúcho Getúlio Vargas, assinou um decreto que proibia agremiações esportivas de terem nomes referentes aos países do Eixo (Alemanha, Itália e Japão). por conta disso o Germânia virou Pinheiros. O Palestra Itália de Minas Gerais virou Cruzeiro. E o nosso Palestra Itália também mudou.

A princípio viramos Palestra de São Paulo, o que aparentemente não teria problemas, já que o termo “palestra” vem do grego e não do italiano. Mas não deu certo, muito em conta por causa da pressão feita por um time que eu não vou citar o nome, mas tem três cores e habitam a região do Jardim Leonor. Segundo relatos da época, esse time fez pressão junto à Secretaria de Esportes pois, caso o Palmeiras deixasse de existir, eles iriam se apoderar do Parque Antártica. Por fim, o nosso novo nome não foi aceito.

Precisando de um novo nome, a diretoria se reuniu mais uma vez. Precisamos agira rápido, já que a pressão era grande. Muita coisa foi sugerida naquela reunião em 14 de setembro, até Sociedade Esportiva Brasil foi cogitado, mas acabou não vingando. Nessa inda e vinda de nomes, chagamos no nome Palmeiras, que seria uma homenagem à Associação Atlética das Palmeiras, clube que deixou de existir depois da profissionalização do futebol. E o nome vingou.

E quis o destino que o primeiro jogo como Palmeiras fosse justamente contra o São Paulo, aquele time que fez de tudo para que fossemos extintos do mapa. Ah, o destino… Durante a semana o São Paulo implantou o clima mais hostil possível, nos chamando de traidores da pátria para baixo. A ideia era jogar a torcida brasileira contra os “italianinhos”. Quebraram a cara, e bonito.

Após uma ideia do Capitão do Exército Brasileiro, Adalberto Mendes, o agora Palmeiras de  Oberdan, Junqueira e Begliomini; Zezé Procópio, Og Moreira e Del Nero; Cláudio, Waldemar Fiúme, Villadóniga, Lima e Echevarrieta entrou em campo carregando uma bandeira do Brasil. O que deveria vir como vaia, veio em forma de aplauso, pois mostramos que traidores da pátria é o cazzo. E como diz o ditado: a bola pune.

No jogo o São Paulo veio com a caixa de ferramentas aberta, mas isso não intimidou nosso time. Abrimos o placar com Cláudio e Waldemar de Brito empatou. No fim do primeiro tempo, Del Nero ampliou o marcador. Voltando do intervalo, Echevarrieta fez o terceiro. O quarto poderia vir após o pênalti cometido por Virgílio, o que gerou a expulsão do tricolor. Você leu bem, poderia.

Após a marcação do pênalti, o técnico do São Paulo, Conrado Ross, fez com que todos os atletas deixassem o campo. Fugiram com o rabinho entre as pernas diante do novo campeão. Foi como disseram à época: Não nos querem Palestra? Seremos Palmeiras! E seremos campeões! Dito e feito…

Revista-poster dos títulos de 93/94

 

Os títulos de 1993 e 1994 são inesquecíveis e já foram dissertados lá pra cima 🙂

Planta arquitetônica do Allianz Parque

A nova casa do Palmeiras foi desenhada pelo escritório Edo Rocha Arquiteturas. A Arena multiuso recebe além dos jogos do Verdão, os mais diversos tipos de eventos.

Nesse estádio já tivemos a gravação de um episódio de Master Chef, a final do Campeonato brasilei de The League Of Legends, fora os shows internacionais. Pelo nosso gramado já passaram nomes como Paul McCartney, Rod Stewart, Roberto Carlos e Katy Perry. para 2016, estão previstos ainda os shows dos Rolling Stones e do Maroon 5.

Partitura com o hino oficial

hino

Extra

Figurinhas

No meu kit eu tomei a liberdade de adicionar mais um pouquinho da história do Verdão.

Não sei se todos sabem, mas a Panini lançou o álbum ‘Centenário de Glórias’ que, assim como a ‘Bíblia do Palmeirense’, conta toda a história do Verdão. Por conta disso eu resolvi guardar um pacotinho de figurinhas vazio e a figurinha de número 100, em alusão ao nosso centenário.

Legal, né?

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